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Na #Flip2010 com Villanueva

A gente termina a aula sobre perfis com a cabeça doendo. Não é que Julio Villanueva faça o tipo que complica conteúdos. Aliás, pelo contrário, a maneira como ele fala deixa tudo tão simples, que até parece obvio. E é aí que você abre o vidro de aspirina.

Hoje, foi um desses dias. Mais do que ontem, devo dizer, até porque me confundi (ou me confundiram) no horário e quando entrei na sala, a aula estava em seus últimos minutos. Não deu nem para tremer a sobrancelha, quanto mais massagear têmporas intrigadas.

Mesmo assim, ainda alcancei o dever de casa, quando devíamos ler três grandes perfis: um sobre a peruana Maju Mantilla, ex-Miss Mundo, eleita por um clique, com mais de 3 bilhões de votos virtuais.

O outro texto era sobre ketchups. Sim, pasmem, é possível escrever um perfil de mais de cinco páginas sobre um condimento tão prosaico de nossa vida doméstica, a partir da historia de um sabor sofisticado que não pegou.

Já o último, era sobre o Messi. Neste, dormi antes de acabar. Não porque o texto não fosse bom. Mas, depois de misses e ketchups, uma mulher não se liga mesmo numa historia de futebol. Ainda que seja o Messi. Ainda que ele quase tenha sido o herói de uma quase-competição Mundial entre Brasil e Argentina, mas que não deu nem pedra nem tijolo. Ou talvez porque, finalmente, eu seja mesmo ligada em futebol e não me interesse o perfil de um jogador argentino tão brilhante neste exato momento, ainda que seja o Messi…

Mas, Villanueva nem chegou a discutir estes textos na aula. Não deu tempo. Comentamos outros, tão extensos e impressionantes quanto. E depois de lê-los e de ouvir Villanueva, você se sente, meio assim… banal. E como dói!

Marquei de entrevistá-lo amanha. Villanueva não gosta de blogs.

Quer saber mais sobre ele? Vai lá em www.etiquetanegra.com.pe

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