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suspeitei desde o princípio

Cinco quilos mais magra, dez anos mais jovem, dez vezes melhor
A editora de moda americana Charla Krupp ensina como mulheres com mais de 40 anos podem se parecer mais jovens. Para ela, a vaidade é uma necessidade para a mulher se manter no mercado de trabalho.

Para Charla Krupp a vaidade não é um dos sete pecados capitais. Editora de moda e estilo de importantes revistas americanas como Glamour e InStyle, ela afirma que a busca pela beleza não é apenas o seu ganha-pão: é o de todas as mulheres acima dos 40 anos. Isso porque, segundo Charla, no mercado de trabalho, a idade e a aparência valem mais do que a experiência. Não que o mundo corporativo esteja contratando espécies de “Barbies” mas, para competir com jovens competentes, as mulheres mais velhas estão tendo que acrescentar uma boa apresentação ao seu currículo.

A pedido de ÉPOCA, ela selecionou alguns dos conselhos de seu livro para ajudar as leitoras a se parecem cinco quilos mais magras, 10 anos mais novas e 10 vezes melhores.

Separei esta, porque estou dentro da estatísitica. Também não sei comprar o produto em questão.

Para levantar os seios - Charla estima que 80% das mulheres usam o sutiã errado. Ela ensina uma técnica para achar o sutiã ideal. Deve-se dobrar os cotovelos formando um ângulo de 90º. A melhor posição é colocar o sutiã no meio do caminho entre a ponta do cotovelo e o ombro. Ela diz que não existe um modelo ideal porque cada mulher tem suas medidas, mas se ela conseguir ajustar o sutiã neste ponto, os seios ficarão turbinados e a silhueta, mais fina.

Pois, é. Mais, aqui.

guloso!

- Mamãe, você está dando peito para o Lucas outra vez?!
- To. Ele pediu…
- E você ainda tem leite?!
- Sei lá. Acho que não…
- Vixe. Então, você está vivendo uma “crise energética”!

Ainda não. Mas do jeito que a coisa vai, vou ter que comprar uma vaca!!! :-P

A conversa neste fim-de-semana foi a abertura das Olimpíadas, realizada no dia 08-08-08. Para os chineses, o número oito é místico e traz sorte e prosperidade.

Pois, é. Foi justamente neste dia que o Lucas recebeu alta!

E, forçando um pouco a barra, ele nasceu no dia 12-06-08 (12+6+8 = 26, 2+6 = 8).

Então. Bom, né?! :-)

pequeno bezerrinho

selo2008_grande.jpgAmamentar, para mim, foi muito fácil e natural. Tanto que curiosamente nunca me senti a melhor pessoa do mundo para falar sobre o tema, já que comigo não houve traumas. Eu não teria nada que ensinar, creio. Tive a sorte de ter bastante leite e, principalmente, de ter dois filhos que não apresentaram grandes dificuldades para mamar.

O Mateus, salvo algumas pequenas torpezas da minha parte no começo, agarrou o peito no terceiro dia de nascido e só largou sete meses depois.

E o Lucas, apesar de todos os percalços – de ter nascido bem prematuro, com um peso de apenas 1.160 gr (baixando a 1 kg na primeira semana), de uma infecção potencialmente grave que o contagiou pouco depois de nascido e da sondinha na boca até três semanas atrás, que atrapalhava um pouco a “relação” boca-peito - mostrou muita vocação no tema.

E é sobre isso que quero falar aqui. Sobre a minha experiência de aleitamento materno com um bebê que nasceu de 28 semanas.

Não quero dar receita de bolo, nem ensinar ninguém o que fazer. Cada pessoa que vive uma experiência assim deve buscar o que melhor lhe convém, o que é melhor para o seu bebê. E qualquer que seja o caminho adotado, será o conveniente, desde que sob orientação médica, obviamente.

Mas, queria fazer o meu relato, aproveitando essa blogagem coletiva sobre A Semana Mundial da Amamentação.

Antes, quero salientar que não é fácil, mas ao mesmo tempo, enfatizar que, sim, é possível amamentar um prematuro. É possível, até, de repente, alimentá-lo apenas pelo peito - acomodando as expectativas e tomando certos cuiddos, claro - e apostando que vale a pena.

Meu bebê e eu - Vocês não podem imaginar o alívio que senti quando o Lucas agarrou o peito e succionou como gente grande, desde a primeira vez que o colocamos, quando ele nem tinha 1,300 gr.

Até então, para estimular a produção de leite, eu retirava com a extratora de três em três horas, coisa que faço até hoje, aliás. Assim que ele começou a mamar de verdade, aumentei a produção nuns 30 a 40%.

Claro que tudo isso aos poucos, com duração de no máximo cinco minutinhos no começo, muitos cochilos no caminho, paradinhas pra respirar e complementos alimentares de leite materno depois; até o momento que ele foi aumentando o tempo da mamada, agüentando mais, conseguindo coordenar o trinômio sugar-deglutir-respirar, e a gente foi se sentindo seguro pra ir tirando os complementos pouco a pouco.

Já há algum tempo ele se alimenta apenas pelo peito durante o dia, recebendo complemento (de leite materno) apenas de madrugada, quando estou em casa. Seu peso, hoje, já é de mais de 2 kg e só não recebeu alta porque terá uma pequena cirurgia de hernia na segunda-feira.

E todo esse trabalho só foi possível porque cai nas mãos de Jaime Zegarra, pediatra absolutamente radical na defesa do aleitamento materno. Nunca pensei em encontrar um médico assim, especialmente no trato com prematuros.

Pra ele, o Mamãe Canguru só faz sentido se acompanhado de tentativas constantes de amamentação. Ele costuma brincar, dizendo que alimentar um bebê por sonda, por exemplo, é o mesmo que seria pra gente comer uma comida bem gostosa misturada no liquidificador, feito patê. Horrível.

Obviamente, isso não é unânime. Outros pediatras, lá mesmo na clínica, apesar de defenderem o uso do leitinho da mamãe, não hesitam em prescrever fórmula e mamadeira para o desenvolvimento do bebê prematuro. Afinal, o que a gente mais quer e busca é que o pequeno ganhe peso o mais rápido possível, para podermos levá-lo pra casa. E isso também está bem. Funciona e bem. Mentiria, se dissesse que não.

Sem falar que Zegarra, com todo o seu radicalismo, só continua insistindo quando sente reciprocidade por parte dos pais, da mãe, no caso. Eu respondi a exigência, provavelmente pela boa experiência que tive com o meu primeiro filho, e isso o fez se sentir completamente à vontade para cobrar essa postura da minha parte.

foto1_753.jpg

Não é fácil. Às vezes, até mesmo frustrante, porque criança prematura alimentada pelo peito engorda menos rápido que aquela de fórmula ou mesmo de leite materno dado pela mamadeira. Um dos motivos é que ela gasta muitas das calorias ingeridas, pelo esforço desprendido na operação.

Enquanto sua “vizinha”, alimentada apenas por mamadeira, engorda entre de 40 e 60 gr por dia, por exemplo, o Lucas engorda, atualmente, uns 20 gr, 30 quando muito.

Sem falar que dá um pouco de medo. Muitas vezes no começo ele apresentava cianose, ou seja, ficava roxinho por ter perdido a respiração. Ai, eu tinha que parar, tirá-lo do peito, fazê-lo tomar fôlego massageando de leve suas costas, por exemplo, e começar de novo.

Como vocês podem imaginar, tudo isso exigia de mim muito sangue-frio e uma força e crença enormes. Por pouco, eu não me desesperava. Chorei muito escondida no banheiro, confesso.

Outra coisa difícil de lidar é que enquanto ele estiver internado, amamentá-lo significa estar no hospital por mais de 13 horas, com saídas esporádicas para comer rapidinho e ir ao banheiro.

Enquanto era só o Canguru, eu ainda conseguia dar uma fugida em casa pra ficar um pouco com o Mateus. Quando começou a amamentação propriamente dita, isso já não foi possível, especialmente porque é “livre demanda”. Ou seja, enquanto ele pedir, estamos a postos.

E, muitíssimas vezes, ele come no horário da mamada e uma hora depois está pedindo mais. E eu tenho que estar lá.Tudo isso significa sacrificar muitíssimo o meu filho mais velho. A gente praticamente não se vê há dias e ele tem sofrido, claro. Felizmente, isso está bem perto de acabar.

Eu tenho convicção que todo esse sacrifício trará ótimos frutos num futuro bem próximo. Primeiro, pelos motivos que a gente sabe tão bem, da importância do leite materno.

Depois, porque amamentar contribui enormemente no desenvolvimento cognitivo da criança. No caso de um prematuro, imaginem o quanto isso é fundamental. Além disso, porque ele estará muito mais protegido de infecções e o bichinho bem que precisa de toda defesa do mundo.

E, finalmente, pelo resultado mais visível, que pessoalmente credito ao aleitamento, que é o fato do Lucas apresentar um excelente desenvolvimento.

Ele é super esperto, é o que menos dorme durante o dia e apresenta a melhor cor e aparência lá no berçário (e isso é diagnóstico médico e não apenas coisa de mami coruja, não, viram?!): grandes e gordas bochechas rosadas, pra começo de conversa.

Coincidência?! Pode ser. O que vocês acham?!

Mais aqui e aqui. E o Renato também publicou o seu lado da história. Vai lá dar uma lidinha.

PS:
Esta foto não é minha. Surrupiei daqui. Prometo que durante o dia, publico outra, do Luquinhas agarrado no meu peito.

um pouco de nós

Posso dizer com toda certeza que esta tem sido a experiência mais intensa da minha vida. Tão absorvente, por vezes tão esgotadora, que realmente não sinto vontade de compartilhá-la com ninguém. Vivê-la por si só já é suficiente.

No entanto, ao mesmo tempo, a gente tem a oportunidade de conhecer pessoas e histórias tão impressionantes, que a necessidade de conta-las é maior que o cansaço.

E, com isso, vai aprendendo a relativizar mais as coisas e, principalmente, a valorizar cada mínima conquista. Cada graminha que o Lucas ganha ao dia, me enche de felicidade, por exemplo.

Aliás, abro uns parênteses só pra dizer que ele está absolutamente lindo, sem corujice alguma! ;-) E pertíssimo de vir pra casa. Nem acredito que já chegamos até aqui.

Bom, mas tudo isso é pra contar umas historias que realmente nos emocionaram e nos emocionam muito ainda.

Das crianças que já estavam lá quando chegamos, duas apresentavam o quadro mais grave. Uma, nasceu antes dos seis meses, com apenas 720 gramas! Chegou a baixar a 500 gramas e quando demos entrada, com o Lucas com pouco mais de um quilo, ela também estava por aí.

No meio do caminho, teve que fazer uma operação nos olhos, para evitar uma possível seqüela futura. E a gente ali, acompanhando tudo, de longe.

Hoje, 40 dias depois, é uma meninota, que deve receber alta no máximo em duas semanas, comilona, que agarra o peito da mãe como gente grande, assim como abocanha a mamadeira com o mesmo ímpeto. Não à toa, é a preferida de todos, inclusive da gente. Uma vencedora.

Por outro lado, havia um pequeno que já nasceu em estado grave, com um problema congênito nos rins. Sofreu várias cirurgias, teve que ser reanimado inúmeras vezes, mas acabou não resistindo. Faleceu há umas duas semanas e meia, mais ou menos.

Pessoalmente, preferi não me envolver muito, porque via os pais sempre tão aflitos, tão tristes, tão depressivos, que eu sabia que não teria estrutura para dar qualquer tipo de apoio. Estava focada tão somente no meu, que não tinha forças para animar ninguém. Ainda assim, senti muito este desfecho tão triste. Foi horrível, pra falar a verdade.

A expressão dos pais não me saia da cabeça.

Mas, aí, há uma semana, mais ou menos, nasceu um menino enorme, com quase quatro quilos, fofo, delicioso, com todas as características de uma criança absolutamente saudável.

40619ursinho_pooh.jpgAté que, no segundo dia, apresentou um quadro de sucessivas convulsões e, ao mapeá-lo, os médicos descobriram que ele teve uma espécie de embolia cerebral, se não me engano, ainda difícil de medir a extensão das conseqüências. Só o tempo dirá.

Imaginem o choque para os pais quando souberam da notícia, praticamente no dia de receber alta.

Pois o mais impressionante é que eles mantiveram uma atitude tão otimista, tão serena, tão maravilhosa, que até assustava. A impressão que dava é que eles nao sabiam direito o que estava acontecendo, tamanha a felicidade que demonstravam pelo simples fato do filho estar ali, vivo.

Nunca em minha vida encontrei pessoas com o espírito tão elevado, com uma atitude tão positiva.

Os dois nunca perderam a linha, nunca caíram na autocomiseração, nunca deixaram de ser amáveis com as pessoas, nunca deixaram de dar uma palavra de gentileza com a gente, os outros pais, e a todo o momento festejam esse filhote.

Gente, emocionante de se ver. Uma ternura sem fim.

Aliás, fiquei sabendo que, numa manhã dessas, o Lucas estava chorando de se esgoelar. Pois o pai do meninão teve a delicadeza de deixar o próprio filho sozinho um instante, tirar o meu do bercinho e embalá-lo até que ele se acalmasse.

Aí, conversando com ela, descobri que este foi um filho muito buscado, já que eles estavam fazendo tratamento há mais de cinco anos. Mas, o mais bonitinho pra mim foi saber que o nome do menino, Rodrigo, é em “homenagem” a Lagoa Rodrigo de Freitas.

Segundo a mãe, numa dessas tentativas frustradas, eles foram ao Brasil pra espairecer. E numa noite deslumbrante à beira da Lagoa, o marido lhe garantiu que ela não se preocupasse, que ela conseguiria realizar o sonho de ser mãe. Ele lhe prometeu que eles teriam um filho. E assim foi.

Pode parecer piegas para muitos, mas, gente, quando você está ali, naquela unidade neonatal onde tantas crianças enfrentam algum tipo de dificuldade, este tipo de história parece pura poesia, pelo tamanho da esperança e do amor.

Amanhã, o pequeno tem alta. Deixei os pais tão completamente felizes agora de noite, que cheguei em casa exausta, mas cheia de paz. Uma lição de vida.

Uma honra conhecê-los.

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(AMIGO & DANÇARINO EXCLUSIVO)

 ATENÇÃO: O serviço é de acompanhamento. A amizade é conquistada, e isso é de graça!

Não fazemos saídas de cunho sexual.

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Você precisa de alguém para ouvir seus questionamentos?

Saiba mais, aqui.

da revista Época

Update: Família comemora os dois anos de Arthur, o menor bebê do Brasil 

013806900.jpgNo frágil mundo dos prematuros
A cada ano, 200 mil bebês nascem antes dos nove meses de gestação no Brasil. A proporção de prematuros dobrou em uma década. A maioria sobrevive. Mas novas pesquisas sugerem que a dor e o estresse na UTI podem deixar seqüelas. O que fazer para diminuir o sofrimento.

Será que o sofrimento vivido numa fase tão inicial do desenvolvimento pode deixar marcas para o resto da vida? Essa é uma das maiores preocupações da neonatologia. Vários estudiosos têm se dedicado a medir a quantidade dos procedimentos dolorosos sofridos nas UTIs e entender as conseqüências disso a longo prazo. No início de julho, foi publicado um importante estudo sobre o assunto no Journal of the American Medical Association (Jama).

É a primeira vez que um grupo de pesquisadores registra tudo o que acontece com 430 bebês internados em UTIs. A observação era direta, feita ao lado dos leitos, 24 horas por dia. Os dados foram coletados em 13 hospitais da região de Paris. A idade gestacional média dos bebês era de 33 semanas.

Cada criança sofreu em média 16 procedimentos dolorosos ou estressantes diariamente. Algumas chegaram a enfrentar 62 deles. Os mais comuns foram aspiração de líquidos do nariz ou da traquéia, picadas nos pés para retirar sangue, colocação de tubos gástricos e punção de veias, entre outras manipulações que fazem adultos se contorcer de aflição.

O mais impressionante: apenas 2% dos bebês receberam remédios para reduzir a dor durante esses procedimentos. Em outros 18%, a dor e o desconforto foram amenizados com recursos não-farmacológicos, como chupeta ou glicose na língua. Essas medidas simples relaxam os bebês e evitam que eles registrem a dor de forma intensa.

A maioria (80%) não recebeu nada. “Os pais precisam cobrar as equipes médicas para que sejam adotadas formas de limitar a intensidade, a freqüência e a duração da dor”, diz o coordenador do estudo, o francês Ricardo Carbajal, do Hospital Infantil Armand Trousseau, em Paris. Essa discussão diz respeito a milhares de brasileiros. A proporção de bebês prematuros cresce em todas as regiões do país. Em 2005, nasceram quase 200 mil prematuros no Brasil – o equivalente a 6% dos nascimentos.

Leia mais, aqui.

dica do dia

Vocês se lembram do filme “O casamento grego”, quando o pai da noiva defendia o uso do Windex pra tudo, desde cravo até espinhela caída?!

Pois, é. Meu Windex é o Hipoglós. Gente, não serve só pra assadura de bebê, não.

Pra micose, queimadura, espinha e zinquiziras gerais, ou seja, qualquer coisa que precise ser cicatrizada, Hipoglós na veia. Não há nada igual e até o fedorzinho de peixe cru já melhorou.

Será que tem algum ingrediente secreto, tipo coca-cola, que a gente usa até pra desentupir pia?!

er… ok

“Não conte que traiu”
Segundo terapeuta americana, nem quem deseja continuar com o parceiro nem quem quer abandoná-lo deve revelar o adultério
Thiago Cid

Filha de judeus sobreviventes de campos de concentração, a psicóloga Mira Kirshenbaum nasceu no Uzbequistão, em 1946, e viveu num campo de refugiados até os quatro anos, quando emigrou para os Estados Unidos com os pais. Os traumas da guerra ficaram enraizados em sua infância, mas sua reação diante do sofrimento não foi o rancor. Ela diz que o fato de sua família ainda estar viva a motivou a trazer alívio às pessoas.

Em seu novo livro When good people have affairs (“Quando as pessoas boas traem”, ainda sem tradução no Brasil), Mira lista 17 motivos que levam as pessoas a procurar uma relação extraconjugal e conclui que, às vezes, a traição pode ser a chave para a reconstrução de um relacionamento. ”Na traição, procuramos o que nos falta. Se soubermos encontrar isso no parceiro, não teremos vontade de trair”, diz.

Nesta entrevista a ÉPOCA, Mira explica por que quase metade das pessoas trai e fala sobre o que fazer depois que uma terceira pessoa entrou no relacionamento.

E você, acha o que do assunto?!

coisinhas

rene_russo.jpgEstava assistindo o finalzinho de um filme com Matthew McConaughey e o Al Pacino (Two for the money – Aposta de risco, em português) e, apesar de achar o McConaughey super carismático e ser completamente apaixonada pelo Al Pacino, eu só conseguia reparar mesmo era na René Russo.

Gente, que mulher linda! O Renato é super fã, tipo amor mesmo, e sempre me chamou a atenção para a beleza e o charme da atriz.

Em The Thomas Crown Affair, então, ela arrasa, combinando perfeitamente com a performance de um Pierce Brosnan em ótima forma.

Ela, Cristiane Torloni, Ângela Figueiredo (quem mais?!) são exemplos incríveis de mulheres para quem o tempo só faz bem.

Claro, alguém pode chegar por aqui e falar “também, tendo as mesma condições que elas, até eu”. E é verdade.

Com grana, tempo e saco, quem não?! Mas, mesmo não tendo, a gente gosta de admirar assim mesmo, né?! No mínimo, serve pra mostrar que a gente continua vital mesmo depois dos 40. Aliás, até melhor, nem que seja com algumas ajudinhas.

PS: Só agora, postando a foto, foi que reparei no tamanho da orelha da moça (nem tudo é perfeito, felizmente). Caramba, essa ainda vai viver muito!!!

PS2: E o pessoal da Kelly Key continua enlouquecida! Acho que não entenderam a mensagem…

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