mudando de assunto
May 13th, 2009 por vanessa
Gente, o negócio é o seguinte. A Denise publicou um post excelente sobre o tema “sandices de Maria Mariana”. Além do mais, tem muita gente boa comentando o caso por aí.
Eu mesma tinha escrito um post sobre maternidade-trabalho-culpa, que me recuso a publicar agora porque não quero que entre na onda das análises da MM.
Depois, falamos disso por aqui.
Como hoje é 13 de maio, quero mais é falar de outra coisa.
Como alguns já devem ter presumido, trabalho numa Fundação chamada “Fundo Brasil de Direitos Humanos”, cuja uma das instituidoras é a maravilhosa Sueli Carneiro.
Para quem não conhece, Sueli Carneiro é uma das autoridades no tema discriminação racial no Brasil e diretora da ONG Geledés.
Uma mulher brilhante.
Ontem ela passou a tarde aqui no escritório e entre uma teclada e outra, eu pescava algumas considerações que ela tecia sobre assuntos diversos: projetos de defesa dos direitos humanos, discriminação racial e por aí vai.
Aliás, no meio de uma fala, ela disparou uma frase contendo uma expressão dessas emblemáticas: “nós somos nicho de resistência contra estes ´pelourinhos eletrônicos´ que existem por aí, como estas campanhas contra as cotas, por exemplo”.
Se você colocar o nome dela no Google, vai encontrar zilhões de artigos e análises que valem a pena serem lidos e estudados.
E nem vou falar que ela ainda é doce, engraçada, bonita e risonha.
Então, gente, fica combinado assim, especialmente hoje, a gente deixa de dar atenção àas tontices de MM e passa o dia lendo e falando de Sueli Carneiro, tá legal?!

Van, infelizmente pérolas são para poucos…sandices é que dão “ibope”.
Beijo
Re
Pois, é, Re. Mais um motivo pra gente mudar de assunto mesmo!
Van, eu encontrei a Sueli Carneiro em muitos eventos, nunca nos conhecemos formalmente, mas sei que ela é uma mulher admirável.
Eu também já não aguento mais falar sobre a MM, mas vou corrigir uma coisa no seu texto, eu não escrevi “sobre o tema sandices de Maria Mariana”, ela foi só um gancho pra falar do que realmente interessa a mim, que é o papel da mulher e do homem na criação dos filhos; a importância de buscar realização “individual”; as armadilhas de se criar uma identidade baseada na maternidade e outras coisinhas que vão muito além do livro da moça.
Tem muita gente que ainda está defendendo as idéias retrógradas dela, por isso, acho que ainda vale a pena abrir espaço pras pessoas discutirem o assunto, apesar de que essas coisas, de uma hora pra outra, deixam de ser “cool”… hehehe…
Beijocas e espero que seu post sobre maternidade-trabalho-culpa não demore!
Denise, querida, as sandices foram por minha conta. Vc esta certa, seu texto eh bem mais amplo. Com relacao ao post q to guardando, devo publicar nos proximos dias. Tenho vivido uma situacao bem peculiar…
Van Van também estou esperando seu post sobre maternidade-trabalho-culpa porque eu também sofro desse mal, embora não tenha filhos “de verdade”
No outro post eu disse que agora sei porque não me lembro da MM. Porque quando ela estava escrevendo “confissões de adolescentes” eu já estava casada
Marcinha, e eu já tinha uma filha, que sempre achou a MM chatinha. Aliás, Bia ganhou o livro e eu dei uma olhada, e já tinha lá muita coisa conservadora, não me surpreendi nada.
Ah Van, tô adorando suas tuitadas
Meninas, falar a verdade, eu li o livro quando jah nem nem era mais adolescente me lembro bem pouco. A serie, nunca vi. Mas, foi tudo tao badalado, que a gente espera uma evolucao na vida das pessoas. Freud explica. Quanto as tuitadas, Denise, mulher, as vezes me entusiasmo e tenho assunto. Mas, as vezes nao tenho tempo algum e aquilo fica num abandono so!